Mesmo que eu morra o poema encontrará Uma praia onde quebrar as suas ondas E entre quatro paredes densas DE funda e devorada solidão Alguém seu próprio ser confundirá com o poema do tempo.
Quando me olhas meus olhos são chaves, o muro tem segredos, meu temor palavras, poemas. Só tu fazes de minha memória uma viajante fascinada, um fogo incessante
Não deveria fazer o que eu faço Passar o que eu passo, beber o que eu bebo Não deveria dizer o que eu digo...
Somos livres de fazer e dizer o que individualmente queremos, sempre que esta liberdade e ação não prejudiquem ao próximo.